O processo de conhecimento histórico-cultural no capitulo "Foster você já morreu", é passado em um momento de uma suposta guerra que estaria acontecendo nos Estados Unidos, onde as pessoas se comportavam como se a todo instante precisavam de abrigos (mesmo a guerra nunca tendo saido da TV), o que demonstrava a grande alienação pela qual a sociedade passava naquela época, o quão manipulador era e ainda é as mídias de comunicação.
Tudo o que eles viam ali era recursos para se defender, compravam feito loucos no intuito de sempre se mostrar mais protegido, patriota e bem mais preparados dos que os outros.
A população se dividiu em camadas, por medo da guerra, tudo o que eles conheciam eram apenas: alojamentos, toque de recolher e os misseis que nunca se quer os atingiram (mas eles agiam como se tivessem).
O que essa sociedade entendia como apropriação de conhecimentos era pura alienação e consumismo em massa, e isso é algo que se reflete até a nossa atualidade.
Já a visão empírica extremamente evidente mais até do que a histórica, é como o personagem se sente durante toda a pressão que sofre por não ter aquilo que todos tem, Foster se sente sempre rejeitado por não ter um "alojamento" como toda a população, ele vê sua vida em completo preto e branco por ser tão oprimido tanto na escola quanto em casa por parte de seu pai que se recusa a seguir ordens do governo.
Porém quando seu pai cede e compra o que Foster tanto quer, o garoto vai as nuvens e seu mundo todo se transforma, ele fica feliz parecendo que tinha ganhado na loteria, queria até mesmo dormir dentro do alojamento subterrâneo sem a necessidade, ele viu o lugar como uma grande mina de ouro bem diante de seus olhos, para no final acabar exatamente da forma como começou o conto, deprimido e sem o que almejava, pois seu pai não teve condições de manter o local e teve que devolver.
Com a devolução do alojamento, Foster se sentiu ainda mais humilhado quando se escondeu na loja que o vendia e fora descoberto pelos vendedores que o arrancou a força de lá.
Lutou, lutou, lutou para no final morrer na "beira da praia" sem o que queria e de frente para um alojamento comunitário que custava apenas cinquenta centavos e nem mesmo isso ele tinha.
Do mesmo jeito triste que começou, ele terminou.
Tudo o que eles viam ali era recursos para se defender, compravam feito loucos no intuito de sempre se mostrar mais protegido, patriota e bem mais preparados dos que os outros.
A população se dividiu em camadas, por medo da guerra, tudo o que eles conheciam eram apenas: alojamentos, toque de recolher e os misseis que nunca se quer os atingiram (mas eles agiam como se tivessem).
O que essa sociedade entendia como apropriação de conhecimentos era pura alienação e consumismo em massa, e isso é algo que se reflete até a nossa atualidade.
Já a visão empírica extremamente evidente mais até do que a histórica, é como o personagem se sente durante toda a pressão que sofre por não ter aquilo que todos tem, Foster se sente sempre rejeitado por não ter um "alojamento" como toda a população, ele vê sua vida em completo preto e branco por ser tão oprimido tanto na escola quanto em casa por parte de seu pai que se recusa a seguir ordens do governo.
Porém quando seu pai cede e compra o que Foster tanto quer, o garoto vai as nuvens e seu mundo todo se transforma, ele fica feliz parecendo que tinha ganhado na loteria, queria até mesmo dormir dentro do alojamento subterrâneo sem a necessidade, ele viu o lugar como uma grande mina de ouro bem diante de seus olhos, para no final acabar exatamente da forma como começou o conto, deprimido e sem o que almejava, pois seu pai não teve condições de manter o local e teve que devolver.
Com a devolução do alojamento, Foster se sentiu ainda mais humilhado quando se escondeu na loja que o vendia e fora descoberto pelos vendedores que o arrancou a força de lá.
Lutou, lutou, lutou para no final morrer na "beira da praia" sem o que queria e de frente para um alojamento comunitário que custava apenas cinquenta centavos e nem mesmo isso ele tinha.
Do mesmo jeito triste que começou, ele terminou.
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