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Mostrando postagens de março, 2019

DIA 2 - EQUIPE DE AJUSTE

Bem, eu continuarei aonde eu parei antes, Ed enquanto estava barbeando, deu uma olhada no seu relógio e percebeu que estava na hora de chamar seu cão(lembrando das instruções que o deu na manhã), mas seu cachorro acaba demorando de latir na hora certa que seu dono deu as instruções, deixando assim Ed furioso e culpando seu cão de ter falhado na evocação.  Minutos depois, alguém toca na campainha e Ed abre a porta pra atender pra saber por que alguém chegou na casa agora, porque ele ia sair pra trabalhar, a pessoa que chega é um senhor da companhia de seguros de vida, então ele mostra alguns folhetos e depois de algum tempo ele decide qual seguro de vida vai ter, mas ele demora muito, fazendo com que ele saísse às pressas de casa(mesmo sabendo que ele chegaria atrasado), ele pegou um ônibus pra chegar até o local do seu trabalho, chegando lá ele percebe que a rua está deserta, silenciosa, mas ele está com pressa então ele chega perto de um prédio que acaba desabando! Chegando a dei...

O fabricante de gorros - Dia 2

Num diálogo com Cutter, Franklin questiona o porquê dos teeps – humanos com habilidades telepatas – estarem tentando tomar o poder da sociedade. O fabricante logo diz: é a natureza humana. Em seguida cita exemplos, para mostrar que os teeps não são diferentes dos jacobinos, cabeças redondas, dos nazistas ou dos bolcheviques. Ou seja, sempre tem alguém tentando tomar o cargo de “chefe” da raça humana. Com este breve diálogo, podemos perceber que é de praxe o ser humano sentir vontade de dominar. Ao longo da história, diversos grupos tentaram se mostrar superiores pelos mais variados motivos, que vão desde a cor da pele até a posição social. No caso do conto O fabricante de gorros, os teeps são telepatas. Porém, isso não os diferencia dos demais seres humanos, não são uma raça superior apenas por ter uma habilidade especial. Ao final do diálogo, Franklin faz mais uma pergunta: quem deveria liderar a humanidade? Quem deveriam ser esses líderes? Uma pergunta que talvez todos nós algu...

O fabricante de gorros - Dia 1

Em uma sociedade futurística, onde um grupo de humanos acidentados desenvolveram habilidades telepáticas, querer ter seus pensamentos somente para si é sinônimo de rebeldia. Afinal, se não há nada para esconder, qual a necessidade de ter privacidade? Por conta da perda de individualidade, gorros – tiras metálicas que impedem o acesso ao pensamento – começam a ser distribuídos. Logo se inicia uma grande investigação para encontrar quem está ameaçando a segurança de todos. Uma enorme tensão é criada no centro de investigações, o Departamento de Liberação. Com o argumento de que “um homem inocente não tem motivo para ocultar seus pensamentos”, o ser humano deixa de ter suas particularidades. Com a popularização da ideia de que para se ter uma sociedade segura é necessário o homem abrir mão de algo que apenas ele vê – o pensamento – sente-se a perda de um direito básico e primordial. Isso nos faz questionar: será que este conto é de todo uma ficção? Com o estrondoso avanço de meios s...

Autorretrato - Leticia Bueno

A piada começa pelo nome. São incontáveis as vezes que tive de escutar que era "boa" por conta dele. Uma boa pessoa? Dependendo do ponto de vista, todos somos, não? E quanto à habilidade? Boa em que?  Há anos tento me encontrar. Desde que nasci, pra ser sincera. Quase 20 anos de uma busca insaciável pelo que me atrai. Pelo que gosto e quero. Sem resultado. Alguns hobbies aqui e ali. Nenhuma vocação. Acho que talvez esse seja meu destino. Fazer parte do grupo daqueles que não se encaixam em lugar algum, que ainda assim é um lugar.  Alma paradoxal, que quer e rejeita o desejo. Tento me encontrar e aceito estar perdida. Agora não posso negar que sou mesmo o que dizem. Boa. Em nada. Mas em tudo. 

DIA 1 - EQUIPE DE AJUSTE

Bem, resolvi escrever um resuminho deste capítulo, eu não sei como explicar direito como este conto do autor me deixou confuso e até preocupado com o destino do personagem principal. Mas tudo bem, irei explicar um pouquinho do que achei por enquanto do que se tratava a história. Tudo começa numa manhã de sol, em que vemos um escriturário indo as pressas até o quintal para acordar seu cão, ele resolve passar algumas instruções ao seu cão, na qual se entende em que os dois sempre conversam entre si. Depois desse começo, é apresentado o nome do escriturário na qual se chama Ed Fletcher e agora ele está na cozinha na qual está comendo seu café da manhã, na cozinha está presente também sua esposa chamada de Ruth na qual depois de algum tempo conversando com seu marido, saiu pra trabalhar as pressas. Enquanto ela ia embora de casa, Ed resolve ir no banheiro para se barbear.  Como vimos, o autor primeiramente está apresentando a vida do seu personagem que é como a vida normal de qual...

AUTO RETRATO - OWEN HUANG

           Um simples rapaz que nasceu na Argentina, tem descendência taiwanesa e mora no Brasil.            Acredite ou não, este jovem é tímido, mas as vezes ele grita bem alto para que as pessoas o ouçam, é bem educado, se interessa  bastante por videogames, esportes e por animes... Ele pode ser definido como uma pessoa um pouco estranha, mas tenta o máximo poder comunicar com as pessoas que o admiram.           

Dia 5 - "Foster você já morreu/Safe&Sound"

Finalizei a leitura, mas decidi dar uma chance à série de mesmo nome "Electric Dreams", e apesar de diferentes em questão de contexto histórico, a série passa a mesma mensagem que o capítulo que li. Safe & Sound é o episódio correspondente ao "Foster, você já morreu", nele a história gira em torno de Foster Lee, uma adolescente que deseja ter um relógio de última geração que a deixará mais popular no colégio. Qual seria a comparação que quero fazer?Da mesma forma que Mike Foster queria se encaixar nos padrões da socidade e ter um abrigo, Foster Lee queria se encaixar nos padrões da sociedade e ter o relógio mais moderno de todos. O que eles fazem? Compram Eles precisam?Não Ambas (tanto série quanto livro) tratam o consumismo exacerbado, aceitação social e alienação. Achei interessante fazer esta comparação das duas histórias, pois apesarem de se passarem em realidades tão distintas, são idênticas.

Dia 4 - "Foster, você já morreu"

O que Mike Foster mais temia aconteceu, o abrigo sumiu, pois seu pai não teve como pagar por ele e manter a loja da família. Mike sofreu muito, foi até a loja do abrigo ficou por lá escondido até ser retirado a força pelos donos, e tudo o que lhe restou no final foi uma abrigo público de cinquenta centavos. Temos ai uma pessoa que se gabava para os colegas de classe por ter um abrigo de ultima geração, agora infeliz por não ter nem cinquenta centavos para se abrigar em um abrigo público, a ganancia de Mike Foster foi seu fim, assim como o de seu pai e mãe, mas não exatamente de uma forma ruim , afinal a guerra nunca saiu da TV, mas sim de uma forma que nos faz pensar em como tudo podia ter sido diferente se Bob nunca tivesse cedido a pressão da sociedade, a pressão de Mike por querer ser aceito na sociedade por algo tão fútil que ninguém de fato chegou a usar. A população consumia equipamentos de segurança como se fosse oxigênio, frente a uma suposta guerra que nunca chegou afinal,...

Dia 3 - "Foster, você já morreu"

O desejo de Mike se realizou, Bob comprou um abrigo de última geração que supostamente salvará sua família de um fim próximo, todos invejam a família Foster agora, eles deixaram de ser um "anti-p" e são como todos. Mas mesmo assim, não estavam satisfeitos, em específico a Ruth, pois mesmo com Bob gastando 20 mil dólares em um abrigo isso não era suficiente, precisavam de mais segurança, porque a televisão avisou que a União Soviética iria atacar mais misseis na cidade (misseis esses que nunca vieram) e para uma proteção melhor no abrigo seria necessário adaptadores ao redor. Será mesmo?Ou apenas mais um produto para venda?Por que nunca é o suficiente?Por que sempre o ser humano não se contenta com o que já tem? Este é outro ponto que aqui levanto, pois mesmo com um abrigo de ultima geração, os Fosters precisavam de mais segurança. Bob não tinha como comprar, era o abrigo ou a loja de moveis da familia, mas se ele tivesse seria mais uma divida que ele estaria pagando apena...

Dia 2 - "Foster, você já morreu"

No dia anterior eu havia dito que Mike estava frustrado enquanto era atentado pelos mais diversos tipos de "seguranças contra a guerra" e hoje ao retornar a minha leitura cheguei a conclusão que não há guerra! Deve ter apenas no máximo apenas uma ameaça, como cheguei a esta resposta foi quando percebi que as pessoas compram cada vez mais novas tecnologias de segurança e tudo o que há são simulações feitas pelo governo para colocar esse medo terrível na sociedade, e os comerciantes contribuem de forma inescrepulosa para isso, amedrontando ainda mais com algo que aparentemente é irreal, não há uma ameaça concreta, porém as pessoas chegam a gastar 20 mil dólares com abrigos que elas nem sabem se um dia chegarão a usar, pois até então só teve simulações. Quando Mike chegou em sua casa e conversou com seu pai, Bob Foster, e entendi completamente o lado de Bob, as pessoas compram compulsivamente equipamentos de segurança sem ter passado por uma ameaça real! Ruth Foster, mãe de ...

Dia 1 - "Foster, você já morreu"

Iniciei  a narrativa faltando um dia para começar o final de semana, sabe como é, né?Para dar aquele "gás", ter mais tempo para se atentar aos detalhes de forma minuciosa. O capitulo começou com o foco em Mike Foster, um garoto que acredito ter seus 10 anos, e está na sala de aula preparando-se para ir para a casa, mas acaba por ser impedido pela professora por não ter finalizado a sua tarefa corretamente e é justamente nessa parte  em que atento a minha primeira observação. Mike tem pressa de ir para casa, pois não possui abrigo para se proteger da guerra, seu pai é um " anti-p"  ( ao meu ver seria uma espécie de rebelde contra o governo, um "anti - partido") e não contribuiu com a patrulha da Força-Aérea, a ideologia do governo faz com que Mike seja diferente de seus amigos já que seu pai é contra ele. A professora ao saber disso fica com pena do garoto e nervosa ao mesmo tempo, mas por fim opta por liberá-lo, pois ela sabe que nem mesmo direito ao abr...